Fragmentos de genialidade (ou infâmia) da nona arte. Um quadrinho (ou sequência) de cada vez. Seleção arbitrária por @kaue9.

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– Meu cérebro robô precisa de cerveja. Além disso? Eu quero morrer.
Nextwave: Agents of H.A.T.E. #2 (2006), de Warren Ellis e Stuart Immonen

Voltamos após um longo hiato com um tema de grande importância e que merece muita atenção da sociedade: alcoolismo entre robôs. REFLITÃO!
P.S.: Saudade das maluquices do Warren Ellis em Nextwave…

– Meu cérebro robô precisa de cerveja. Além disso? Eu quero morrer.

Nextwave: Agents of H.A.T.E. #2 (2006), de Warren Ellis e Stuart Immonen

Voltamos após um longo hiato com um tema de grande importância e que merece muita atenção da sociedade: alcoolismo entre robôs. REFLITÃO!

P.S.: Saudade das maluquices do Warren Ellis em Nextwave


Eu surfo minha prancha. Não importa quão longe, não importa quão rápido. Não tenho destino. Vou aonde os ventos do acaso me carregarem. Conheci a impetuosa exaltação da vitória. Conheci a torturante dor da derrota. Mas eu nunca cessarei a busca por um oásis de sanidade neste deserto de loucura que os homens chamam de Terra. Porque o pior destino de todos, entre incontáveis mundos e infinitas estrelas, é estar sempre só. O fim.
The Silver Surfer #2 (1989), de Stan Lee e Moebius

Em 10 de março de 2012, o mundo perdeu Jean Giraud, mais conhecido como Moebius, uma das figuras mais lendárias da indústria mundial de quadrinhos. “Minha admiração por ele é total. Eu o considero um grande artista, tão grande quanto Picasso e Matisse”, disse, certa vez, o diretor de cinema (e grande fã de Moebius) Federico Fellini. Uma lenda reconhecendo outra.
“Ele é um talento único, dotado de uma extraordinária imaginação visionária que é constantemente renovada e nunca vulgar. Moebius perturba e consola. Ele tem a habilidade de transportar-nos para mundos desconhecidos, onde encontramos personagens inquietantes”, afirmou Fellini.
Jean Giraud foi, talvez, o principal representante dos quadrinhos europeus, ilustrando e eventualmente escrevendo inúmeras séries que foram sucesso de crítica e público. Trabalhou, ainda, no cinema, com storyboards e arte conceitual para diversos filmes, como Alien, Tron e O Quinto Elemento. Sua obra influenciou muitos artistas e profissionais de diferentes mídias ao longo do tempo.
Acima, você vê a página final de Surfista Prateado: Parábola, minissérie que contou com a colaboração de Stan Lee nos roteiros e Moebius nas ilustrações. A aclamada HQ ganhou o Eisner (o “Oscar dos quadrinhos”) de melhor série limitada em 1989.
O fim. Para a vida de Jean Giraud, mas não para sua obra e seu legado, que irão persistir por um longo tempo, encantando e influenciando muita gente ainda…

Eu surfo minha prancha. Não importa quão longe, não importa quão rápido. Não tenho destino. Vou aonde os ventos do acaso me carregarem. Conheci a impetuosa exaltação da vitória. Conheci a torturante dor da derrota. Mas eu nunca cessarei a busca por um oásis de sanidade neste deserto de loucura que os homens chamam de Terra. Porque o pior destino de todos, entre incontáveis mundos e infinitas estrelas, é estar sempre só. O fim.

The Silver Surfer #2 (1989), de Stan Lee e Moebius

Em 10 de março de 2012, o mundo perdeu Jean Giraud, mais conhecido como Moebius, uma das figuras mais lendárias da indústria mundial de quadrinhos. “Minha admiração por ele é total. Eu o considero um grande artista, tão grande quanto Picasso e Matisse”, disse, certa vez, o diretor de cinema (e grande fã de Moebius) Federico Fellini. Uma lenda reconhecendo outra.

“Ele é um talento único, dotado de uma extraordinária imaginação visionária que é constantemente renovada e nunca vulgar. Moebius perturba e consola. Ele tem a habilidade de transportar-nos para mundos desconhecidos, onde encontramos personagens inquietantes”, afirmou Fellini.

Jean Giraud foi, talvez, o principal representante dos quadrinhos europeus, ilustrando e eventualmente escrevendo inúmeras séries que foram sucesso de crítica e público. Trabalhou, ainda, no cinema, com storyboards e arte conceitual para diversos filmes, como Alien, Tron e O Quinto Elemento. Sua obra influenciou muitos artistas e profissionais de diferentes mídias ao longo do tempo.

Acima, você vê a página final de Surfista Prateado: Parábola, minissérie que contou com a colaboração de Stan Lee nos roteiros e Moebius nas ilustrações. A aclamada HQ ganhou o Eisner (o “Oscar dos quadrinhos”) de melhor série limitada em 1989.

O fim. Para a vida de Jean Giraud, mas não para sua obra e seu legado, que irão persistir por um longo tempo, encantando e influenciando muita gente ainda…


– Ciclope! Todos vocês! Olhem! Algo está acontecendo com a água!
– Bem onde a nave afundou! Mas… O que?
O que, realmente, Ciclope… Quando a água escumante e cheia de lixo brilha com um fogo iridescente… E então explode!
– Ouçam-me, X-Men! Não mais sou a mulher que vocês conheceram! Sou fogo! E vida encarnada! Agora e sempre… Eu sou Fênix!
Uncanny X-Men #101 (1976), de Chris Claremont e Dave Cockrum

Eis que, como a Fênix, este tumblelog ressurge das cinzas e volta mais poderoso do que nunca. Ou talvez nem tanto… Enfim, passou o Carnaval (e as cinzas :P) e chegou o início de março, então acho que o ano começou de verdade, hora de retomar isso aqui, com pelo menos um ou dois posts por semana.
Quanto à página acima, ela retrata a primeira aparição da Força Fênix no Universo Marvel. Após quase morrer ao salvar os X-Men de uma erupção solar, Jean Grey ressurge das águas como a Fênix! Anos depois, porém, ficamos sabendo que essa não era realmente Jean, mas a própria Força Fênix personificada, enquanto a verdadeira telepata mutante havia sido posta em animação suspensa no fundo das águas de Jamaica Bay. Mas essa já é uma outra história…

– Ciclope! Todos vocês! Olhem! Algo está acontecendo com a água!

– Bem onde a nave afundou! Mas… O que?

O que, realmente, Ciclope… Quando a água escumante e cheia de lixo brilha com um fogo iridescente… E então explode!

– Ouçam-me, X-Men! Não mais sou a mulher que vocês conheceram! Sou fogo! E vida encarnada! Agora e sempre… Eu sou Fênix!

Uncanny X-Men #101 (1976), de Chris Claremont e Dave Cockrum

Eis que, como a Fênix, este tumblelog ressurge das cinzas e volta mais poderoso do que nunca. Ou talvez nem tanto… Enfim, passou o Carnaval (e as cinzas :P) e chegou o início de março, então acho que o ano começou de verdade, hora de retomar isso aqui, com pelo menos um ou dois posts por semana.

Quanto à página acima, ela retrata a primeira aparição da Força Fênix no Universo Marvel. Após quase morrer ao salvar os X-Men de uma erupção solar, Jean Grey ressurge das águas como a Fênix! Anos depois, porém, ficamos sabendo que essa não era realmente Jean, mas a própria Força Fênix personificada, enquanto a verdadeira telepata mutante havia sido posta em animação suspensa no fundo das águas de Jamaica Bay. Mas essa já é uma outra história…


– Qual é o problema?
– O Natal. Todos estão preocupados sobre o que eles estão ganhando e o que estão dando às outras pessoas. Ninguém se importa mais com meu aniversário… Só com ganhar presentes! É como se eu nunca ao menos tivesse nascido.
– Quando as pessoas ouvem “Natal” elas pensam em árvores antes de pensarem em mim! Já era ruim o suficiente quando minha mãe costumava me dizer que todos os meus presentes de Natal eram para o meu aniversário também!
Battle Pope #11 (2006), de Robert Kirkman, Tony Moore e Cory Walker

Bem antes do megassucesso de The Walking Dead, Robert Kirkman e Tony Moore colaboraram na criação de Battle Pope – o início da publicação original da série, em preto e branco, foi em 2000 –, uma HQ satírica, cheia de blasfêmias e afins, que narra as aventuras de um Papa violento e mulherengo, escolhido por Deus para salvar a humanidade das forças do inferno. Seu ajudante: Jesus Cristo. Que não está nada feliz com o sentido que o Natal tem nos dias de hoje. Pobre Cristo…
Enfim, de qualquer forma, o comitê (de um homem só) responsável por este blógue deseja a todos, cristãos ou não, UM FELIZ NATAL (E UM PRÓSPERO ANO-NOVO), CHEIO DE PRESENTES!

– Qual é o problema?

– O Natal. Todos estão preocupados sobre o que eles estão ganhando e o que estão dando às outras pessoas. Ninguém se importa mais com meu aniversário… Só com ganhar presentes! É como se eu nunca ao menos tivesse nascido.

– Quando as pessoas ouvem “Natal” elas pensam em árvores antes de pensarem em mim! Já era ruim o suficiente quando minha mãe costumava me dizer que todos os meus presentes de Natal eram para o meu aniversário também!

Battle Pope #11 (2006), de Robert Kirkman, Tony Moore e Cory Walker

Bem antes do megassucesso de The Walking Dead, Robert Kirkman e Tony Moore colaboraram na criação de Battle Pope – o início da publicação original da série, em preto e branco, foi em 2000 , uma HQ satírica, cheia de blasfêmias e afins, que narra as aventuras de um Papa violento e mulherengo, escolhido por Deus para salvar a humanidade das forças do inferno. Seu ajudante: Jesus Cristo. Que não está nada feliz com o sentido que o Natal tem nos dias de hoje. Pobre Cristo…

Enfim, de qualquer forma, o comitê (de um homem só) responsável por este blógue deseja a todos, cristãos ou não, UM FELIZ NATAL (E UM PRÓSPERO ANO-NOVO), CHEIO DE PRESENTES!

Captain America Comics #1 (1941), de Joe Simon e Jack Kirby
O mundo perdeu mais uma lenda dos quadrinhos nesta semana. O roteirista, editor e ilustrador Joe Simon, co-criador do Capitão América (em conjunto com o também lendário Jack Kirby), faleceu na última quinta-feira, 15, aos 98 anos.
Na primeira HQ do Capitão, datada de março de 1941, Simon e Kirby já colocavam na capa o herói desferindo um soco na cara de Hitler, numa reação à “ameaça nazista” muito antes dos próprios Estados Unidos entrarem na Segunda Guerra Mundial.
Em parceria com Kirby, Simon teve uma celebrada passagem pelo Sandman, da DC Comics, e foi um dos pioneiros nos quadrinhos dos gêneros do romance e do terror.
Descanse em paz, Joe Simon.

Captain America Comics #1 (1941), de Joe Simon e Jack Kirby

O mundo perdeu mais uma lenda dos quadrinhos nesta semana. O roteirista, editor e ilustrador Joe Simon, co-criador do Capitão América (em conjunto com o também lendário Jack Kirby), faleceu na última quinta-feira, 15, aos 98 anos.

Na primeira HQ do Capitão, datada de março de 1941, Simon e Kirby já colocavam na capa o herói desferindo um soco na cara de Hitler, numa reação à “ameaça nazista” muito antes dos próprios Estados Unidos entrarem na Segunda Guerra Mundial.

Em parceria com Kirby, Simon teve uma celebrada passagem pelo Sandman, da DC Comics, e foi um dos pioneiros nos quadrinhos dos gêneros do romance e do terror.

Descanse em paz, Joe Simon.


A EVOLUÇÃO DO SUPER-HERÓI
Era de Ouro:
– Mas que…? A capa mística que o mago misterioso me deu misticamente me concedeu os poderes místicos da Capa Flamejante! Agora eu devo usar estes estranhos e incríveis poderes para salvar Wanda Whitebread daquele gênio maligno japonês, Doutor Japanazi!
– Ah-ha-ha!! Me desculpe, porco ocidental!!
– Salve-me, Capa Flamejante!
Era de Prata:
– Grande Scott! Minha recém inventada capa de sobrevivência me protegeu daquela explosão da bomba de nêutrons, mas a radiação me transformaram em… Uma espécie de Capa Flamejante! Agora devo usar estes estranhos e incríveis poderes para salvar Wanda White daquele ímpio gênio maligno marxista, o Comissário!
– Minha vitória sobre o campeão do ocidente imperialista irá provar a superioridade do socialismo!
– Salve-me, Capa Flamejante! 
Era Moderna:
– Santo estupro de Cristo! Enquanto eu estava preso naquela simulação de realidade virtual, as nanomáquinas que aquela organização militar ultrassecreta injetou em mim ionizaram as moléculas de ar ao meu redor tornando-as plasma superquente! Agora eu posso realmente f**** aqueles terroristas e salvar a presidente White… Enquanto tuíto a respeito no Facebook!
– Tarde demais, c****. Coloquei-a nesta geladeira!
Publicado originalmente (sem cor) em Comic Book Comics #3 (2009), de Fred Van Lente e Ryan Dunlavey. Postado colorido no deviantART do artista Ryan Dunlavey.

Em Comic Book Comics, o pesquisador/roteirista Fred Van Lente e o artista/designer Ryan Dunlavey contam a história das histórias em quadrinhos em quadrinhos (releia esta frase quantas vezes for preciso para entendê-la)!
Nesta página, em apenas três painéis eles resumem (e satirizam) toda a evolução das HQs de super-heróis, desde a Era de Ouro dos quadrinhos até hoje.

A EVOLUÇÃO DO SUPER-HERÓI

Era de Ouro:

– Mas que…? A capa mística que o mago misterioso me deu misticamente me concedeu os poderes místicos da Capa Flamejante! Agora eu devo usar estes estranhos e incríveis poderes para salvar Wanda Whitebread daquele gênio maligno japonês, Doutor Japanazi!

– Ah-ha-ha!! Me desculpe, porco ocidental!!

– Salve-me, Capa Flamejante!

Era de Prata:

– Grande Scott! Minha recém inventada capa de sobrevivência me protegeu daquela explosão da bomba de nêutrons, mas a radiação me transformaram em… Uma espécie de Capa Flamejante! Agora devo usar estes estranhos e incríveis poderes para salvar Wanda White daquele ímpio gênio maligno marxista, o Comissário!

– Minha vitória sobre o campeão do ocidente imperialista irá provar a superioridade do socialismo!

– Salve-me, Capa Flamejante!

Era Moderna:

– Santo estupro de Cristo! Enquanto eu estava preso naquela simulação de realidade virtual, as nanomáquinas que aquela organização militar ultrassecreta injetou em mim ionizaram as moléculas de ar ao meu redor tornando-as plasma superquente! Agora eu posso realmente f**** aqueles terroristas e salvar a presidente White… Enquanto tuíto a respeito no Facebook!

– Tarde demais, c****. Coloquei-a nesta geladeira!

Publicado originalmente (sem cor) em Comic Book Comics #3 (2009), de Fred Van Lente e Ryan Dunlavey. Postado colorido no deviantART do artista Ryan Dunlavey.

Em Comic Book Comics, o pesquisador/roteirista Fred Van Lente e o artista/designer Ryan Dunlavey contam a história das histórias em quadrinhos em quadrinhos (releia esta frase quantas vezes for preciso para entendê-la)!

Nesta página, em apenas três painéis eles resumem (e satirizam) toda a evolução das HQs de super-heróis, desde a Era de Ouro dos quadrinhos até hoje.


“Não se deve contar com a maioria silenciosa, Evey, pois o silêncio é algo frágil…”
“Um ruído alto e está acabado”.
V for Vendetta #8 (1989), de Alan Moore e David Lloyd

V de Vingança é um dos mais importantes trabalhos daquele que é considerado por muitos um dos maiores – senão o maior – gênios da história da nona arte, o roteirista Alan Moore – em parceria com o excelente ilustrador David Lloyd. Uma profunda e complexa história de luta pela liberdade numa Inglaterra distópica, oprimida por um regime totalitário. O seu herói é V, um homem sem nome e sem rosto próprio, que assume a identidade e a face (estilizada) de um Guy Fawkes moderno.
E, no mundo real, a máscara de V tornou-se símbolo da luta contra a opressão em diversos lugares do mundo, sendo utilizada por movimentos como o Anonymous e o Occupy. Alan Moore, recentemente, concedeu entrevista ao The Guardian falando a respeito disso. O jornal online Sul 21 deu destaque às declarações do (co-)criador de V ao periódico britânico. “Parece uma ópera. Cria uma sensação de romance e drama. Quero dizer, as manifestações podem ser muito exigentes e desgastantes, e assim trazer certo desânimo. São coisas que precisam ser feitas, mas isso não significa que são tremendamente prazerosas. Acho apropriado que essa geração de manifestantes tenha transformado sua rebelião em algo que o público em geral possa se envolver com mais facilidade”, disse Moore.
Agora, o movimento Occupy, que buscou inspiração nos quadrinhos de V de Vingança, servirá de base para uma HQ. Trata-se do projeto Occupy Comics, organizado pelo cineasta Matt Pizzolo, buscando documentar através da arte sequencial o movimento Occupy, com a ajuda de grandes nomes da indústria dos quadrinhos. A receita obtida com o Ocuppy Comics será repassada diretamente aos manifestantes do movimento Ocuppy.
Entre os criadores que já se comprometeram em participar da iniciativa, encontram-se ilustradores e escritores de peso, como: Charlie Adlard (artista de The Walking Dead); J.M. DeMatteis (roteirista da fase cômica da Liga da Justiça e de algumas das melhores histórias do Homem-Aranha); Steve Niles, Ben Templesmith (criadores de 30 Dias de Noite); Mike Allred (criador do Madman); Ryan Ottley (ilustrador de Invincible).
E as duas últimas adições a esse dream team…? Alan Moore e David Lloyd.

“Não se deve contar com a maioria silenciosa, Evey, pois o silêncio é algo frágil…”

“Um ruído alto e está acabado”.

V for Vendetta #8 (1989), de Alan Moore e David Lloyd

V de Vingança é um dos mais importantes trabalhos daquele que é considerado por muitos um dos maiores – senão o maior – gênios da história da nona arte, o roteirista Alan Moore – em parceria com o excelente ilustrador David Lloyd. Uma profunda e complexa história de luta pela liberdade numa Inglaterra distópica, oprimida por um regime totalitário. O seu herói é V, um homem sem nome e sem rosto próprio, que assume a identidade e a face (estilizada) de um Guy Fawkes moderno.

E, no mundo real, a máscara de V tornou-se símbolo da luta contra a opressão em diversos lugares do mundo, sendo utilizada por movimentos como o Anonymous e o Occupy. Alan Moore, recentemente, concedeu entrevista ao The Guardian falando a respeito disso. O jornal online Sul 21 deu destaque às declarações do (co-)criador de V ao periódico britânico. “Parece uma ópera. Cria uma sensação de romance e drama. Quero dizer, as manifestações podem ser muito exigentes e desgastantes, e assim trazer certo desânimo. São coisas que precisam ser feitas, mas isso não significa que são tremendamente prazerosas. Acho apropriado que essa geração de manifestantes tenha transformado sua rebelião em algo que o público em geral possa se envolver com mais facilidade”, disse Moore.

Agora, o movimento Occupy, que buscou inspiração nos quadrinhos de V de Vingança, servirá de base para uma HQ. Trata-se do projeto Occupy Comics, organizado pelo cineasta Matt Pizzolo, buscando documentar através da arte sequencial o movimento Occupy, com a ajuda de grandes nomes da indústria dos quadrinhos. A receita obtida com o Ocuppy Comics será repassada diretamente aos manifestantes do movimento Ocuppy.

Entre os criadores que já se comprometeram em participar da iniciativa, encontram-se ilustradores e escritores de peso, como: Charlie Adlard (artista de The Walking Dead); J.M. DeMatteis (roteirista da fase cômica da Liga da Justiça e de algumas das melhores histórias do Homem-Aranha); Steve Niles, Ben Templesmith (criadores de 30 Dias de Noite); Mike Allred (criador do Madman); Ryan Ottley (ilustrador de Invincible).

E as duas últimas adições a esse dream team…? Alan Moore e David Lloyd.


Classe D – inferno, eu conheço alguns humanos que não seriam classificados como classe D. Os Zlasfons que estou procurando são classe G – então estou em território legalmente seguro. O quão seguro eu estou no território Zlasfon – essa é uma questão à parte. Quando fazendo um serviço como esse, tento lembrar de um fragmento de sabedoria do sr. Samuel Clemens…
“Há algumas coisas que podem vencer a esperteza e a previdência. A estranheza e a estupidez podem. O melhor espadachim do mundo não precisa temer o segundo melhor espadachim do mundo…” 
“Não. A pessoa de quem ele deve ter medo é algum antagonista ignorante que nunca teve uma espada em sua mão antes… Ele não faz aquilo que deveria fazer e então o especialista não está preparado para ele”.
Fear Agent #1 (2005), de Rick Remender e Tony Moore

Há exatos 176 anos, em 30 de novembro de 1835, nascia um dos maiores gênios da história da literatura, Samuel Langhorne Clemens, mais conhecido pelo pseudônimo de Mark Twain. Há pouco mais de seis anos, em outubro de 2005, chegava às comic shops norte-americanas a primeira edição da HQ Fear Agent – concluída, coincidentemente, justamente neste mês de novembro de 2011, com o número 32.
Heath Huston, um viajante espacial, exterminador de alienígenas, beberrão e estudioso da obra de Mark Twain, é a estrela da série – o IGN.com define-o como uma espécie de mistura entre Indiana Jones e Han Solo. Fear Agent é uma das melhores HQs de ficção científica dos últimos tempos, com um protagonista carismático, muita ação, mistério, reviravoltas e conceitos malucos. Somam-se a tudo isso as constantes citações a Samuel Clemens, usadas por Heath para melhor compreender ou lidar com as situações por que passa.

Classe D – inferno, eu conheço alguns humanos que não seriam classificados como classe D. Os Zlasfons que estou procurando são classe G – então estou em território legalmente seguro. O quão seguro eu estou no território Zlasfon – essa é uma questão à parte. Quando fazendo um serviço como esse, tento lembrar de um fragmento de sabedoria do sr. Samuel Clemens…

“Há algumas coisas que podem vencer a esperteza e a previdência. A estranheza e a estupidez podem. O melhor espadachim do mundo não precisa temer o segundo melhor espadachim do mundo…”

“Não. A pessoa de quem ele deve ter medo é algum antagonista ignorante que nunca teve uma espada em sua mão antes… Ele não faz aquilo que deveria fazer e então o especialista não está preparado para ele”.

Fear Agent #1 (2005), de Rick Remender e Tony Moore

Há exatos 176 anos, em 30 de novembro de 1835, nascia um dos maiores gênios da história da literatura, Samuel Langhorne Clemens, mais conhecido pelo pseudônimo de Mark Twain. Há pouco mais de seis anos, em outubro de 2005, chegava às comic shops norte-americanas a primeira edição da HQ Fear Agent – concluída, coincidentemente, justamente neste mês de novembro de 2011, com o número 32.

Heath Huston, um viajante espacial, exterminador de alienígenas, beberrão e estudioso da obra de Mark Twain, é a estrela da série – o IGN.com define-o como uma espécie de mistura entre Indiana Jones e Han Solo. Fear Agent é uma das melhores HQs de ficção científica dos últimos tempos, com um protagonista carismático, muita ação, mistério, reviravoltas e conceitos malucos. Somam-se a tudo isso as constantes citações a Samuel Clemens, usadas por Heath para melhor compreender ou lidar com as situações por que passa.


– Vou conseguir drinks por causa dessa história pra sempre. Esqueça Gaga. Esqueça Kanye. Hoje eu vou fotografar os verdadeiros X-Men. Odiados! Temidos! Altamente fotogênicos!
Donald Evans. Fotógrafo freelance.
– Apenas seja grato por seu dom. Isso é delicado. Se seus retratos fossem um pouco menos clássicos instantâneos do que são, você nunca estaria a bordo deste helicóptero.
Kate Kildare. Especialista em relações públicas para super-humanos.
Uncanny X-Men #534.1 (2011), de Kieron Gillen e Carlos Pacheco

Odiados! Temidos! Altamente fotogênicos! Os (verdadeiros) X-Men, senhoras e senhores!

– Vou conseguir drinks por causa dessa história pra sempre. Esqueça Gaga. Esqueça Kanye. Hoje eu vou fotografar os verdadeiros X-Men. Odiados! Temidos! Altamente fotogênicos!

Donald Evans. Fotógrafo freelance.

– Apenas seja grato por seu dom. Isso é delicado. Se seus retratos fossem um pouco menos clássicos instantâneos do que são, você nunca estaria a bordo deste helicóptero.

Kate Kildare. Especialista em relações públicas para super-humanos.

Uncanny X-Men #534.1 (2011), de Kieron Gillen e Carlos Pacheco

Odiados! Temidos! Altamente fotogênicos! Os (verdadeiros) X-Men, senhoras e senhores!